Após participação na Sial Xangai, empresa gaúcha amplia negociações e reforça estratégia em um dos mercados mais estratégicos do mundo
A Divinut encerrou sua participação na Sial Xangai 2026, realizada entre os dias 17 e 21 de maio, com avanços concretos na estratégia de inserção da pecã brasileira no mercado asiático. Considerada a principal feira de alimentos da Ásia e uma das maiores do mundo, a Sial se consolidou como plataforma decisiva para ampliar negócios, fortalecer relações comerciais e posicionar o Brasil de forma mais competitiva no cenário global.
Durante o evento, o CEO da empresa, Edson Ortiz, participou do Seminário Brasil-China de Agronegócios e de rodadas de negócios com compradores chineses previamente selecionados. A agenda foi focada em destravar oportunidades comerciais e acelerar negociações em um mercado de alto volume e crescente demanda por alimentos premium.
O movimento ocorre em um momento estratégico para o setor. O Brasil projeta para 2026 a maior safra de noz-pecã da história, com produção superior a 9 mil toneladas, indicando ganho consistente de escala. Ao mesmo tempo, a abertura do mercado chinês para a pecã descascada brasileira, formalizada em 2024, cria condições concretas para expansão das exportações e aumento de competitividade internacional.
“Saímos da Sial com uma percepção muito clara: há demanda, há espaço e há interesse real pelo produto brasileiro. O desafio agora é transformar essa oportunidade em fluxo contínuo de exportações”, afirma Ortiz.
O Seminário reuniu autoridades como o Ministro da Agricultura André de Paula, Marcos Galvão - Embaixador do Brasil na China -, Laudemir Muller - Presidente da ApexBrasil -, Yu Lu – Vice-presidente da CFNA (Câmara de Comércio da China para Importação e Exportação de Alimentos, Produtos Nativos e Subprodutos Animais) -, Angela Pimenta Peres - Diretora de Promoção do Agronegócio – e Luis Rua, Secretário de Comércio e Relações Internacionais.
Segundo o executivo, a participação teve caráter eminentemente econômico e pragmático. “Não se trata apenas de presença institucional. Avançamos em negociações, fortalecemos conexões com compradores relevantes e alinhamos estratégias com autoridades brasileiras e parceiros chineses. O Brasil entra de forma mais estruturada nesse mercado”, destaca.
Após o evento, houve espaço para um encontro com a Diretora de Promoção do Agronegócio, Ângela Peres e adidos agrícolas na China - responsáveis por promover o agronegócio nacional - Jean Felipe Celestino Gouhie e Leandro Diamantino Feijó. O momento marcou uma breve celebração pela participação e articulação estratégica, que representa um marco pós abertura do mercado chinês.
Abertura de mercado
A empresa já está organizada para iniciar as exportações para a China. Em 2024, o Brasil e o GACC - órgão chinês com o qual o Ministério da Agricultura (MAPA) negocia para abrir portas a novos produtos - assinaram o protocolo fitossanitário que oficializou a abertura do mercado chinês para a noz pecã brasileira.
Com sede em Cachoeira do Sul (RS), a Divinut é a maior processadora de noz-pecã do Hemisfério Sul e uma das principais exportadoras brasileiras. A empresa já atua de forma consolidada na Europa, América do Norte, Oriente Médio e norte da África e, a partir da agenda na China, intensifica sua estratégia de expansão na Ásia.
A avaliação do setor é que o avanço no mercado chinês tende a funcionar como um novo vetor de crescimento para a pecanicultura brasileira, com potencial de ampliar escala produtiva, agregar valor à cadeia e impulsionar a geração de renda no campo. Em um ambiente global cada vez mais competitivo, o Brasil começa a ocupar espaço de forma mais assertiva — e a pecã passa a integrar, com mais força, a pauta exportadora do agronegócio nacional.
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