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Soluções com tecnologia europeia chegam aos olivais do Brasil

Produtos auxiliam na redução do estresse abiótico para garantir o pleno desenvolvimento da planta


O Rio Grande do Sul é o maior produtor de oliveiras no país, com seis mil hectares cultivados em 65 municípios, segundo dados do Instituto Brasileiro da Olivicultura (IBRAOLIVA). Condições como clima e solo resultam em frutos com sanidade e qualidade superior e, consequentemente, na produção de azeites extravirgem de excelente qualidade e com reconhecimento internacional.

Enquanto as empresas disponibilizam ao mercado o azeite extravirgem produzido a partir da safra 2020, no campo o trabalho não para. Com a proximidade do fim do inverno, inicia o desenvolvimento vegetativo da planta e o surgimento das gemas florais. O pomar precisa ser preparado para a floração e, posteriormente, para a brotação dos frutos.

Durante esse período, o pomar está sujeito a períodos de temperaturas extremamente baixas, altas demais e também em fitotoxicidade por herbicidas, que podem causar estresse abiótico severo ou exigir que a planta use suas próprias reservas para minimizar as dificuldades. “As adversidades climáticas dificultam a formação de reservas para as gemas em plantas jovens e adultas. O produtor deve agir prontamente, aplicando os produtos certos na hora certa”, explica Francisco Bino, representante técnico de vendas para a região Sul da BioAtlantis, empresa irlandesa de biotecnologia que está no mercado desde 2007.

Dois produtos concebidos com tecnologia europeia estão disponíveis no mercado nacional, proporcionando ferramentas adicionais aos olivicultores. Esta tecnologia prepara as plantas para crescerem e se desenvolverem ao longo de todas as fases do ciclo, mantendo-as em bom estado, ativas e sem estresse. NaminoBio é uma fonte rica em L-aminoácidos que são prontamente absorvidos e assimilados pelos sistemas de folhas e raízes das plantas. As altas quantidades de valina e triptofano no produto auxiliam na divisão celular e crescimento de partes jovens da planta. Bioativos de algas marinhas no NaminoBio são derivados de Ascophyllum nodosum, colhido na costa atlântica da Irlanda. “NaminoBio é uma mistura balanceada de aminoácidos e extrato de algas marinhas, feita sob medida para estimular a atividade fotossintética e o crescimento dos brotos”, diz Bino. “O produto se diferencia no mercado por ter o perfil de aminoácidos correto para cada condição, fornecendo o que as plantas precisam para se manterem metabolicamente ativas”, completa.

Para períodos críticos de crescimento da cultura, o Super Fifty é a melhor opção de tratamento, pois protege contra estresses abióticos que podem surgir devido a circunstâncias como déficit hídrico e temperaturas extremamente altas ou baixas. “É uma nova tecnologia que evita que a planta seja comprometida pelo estresse abiótico. Se aplicada três a cinco dias antes de um evento de estresse previsto, a planta terá tempo para se mobilizar e preparar suas próprias reservas para lidar com o estresse e se desenvolver como se estivesse em condições normais, ativando a fotossíntese, produzindo antioxidantes e equilibrando fitohormônios”, diz o especialista. O manuseio correto nas diferentes etapas do cultivo é fundamental no desenvolvimento do fruto e, no final, na quantidade e qualidade do azeite. “Esses produtos são diferenciados no mercado, são feitos de fontes naturais e aumentam a produtividade e a qualidade dos frutos, sem impactos negativos nas lavouras e no meio ambiente. Essa tecnologia foi desenvolvida com exclusividade pela BioAtlantis”, finaliza Francisco Bino

 

 

Texto: AgroUrbano Comunicação
Foto: Ibraoliva
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