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Projeto Imbé, de educação ambiental, volta ao modelo presencial nas escolas

Alunos da Escola Estadual Henrique Lage, em Imbituba, participaram de atividades práticas e receberam materiais educativos

 

Após vários meses sem poder visitar as escolas devido à pandemia do Covid-19, aos poucos, o Projeto Imbé volta a levar informação e educação ambiental para alunos da rede pública de Imbituba. No mês de julho, por exemplo, foi a vez da Escola Estadual de Educação Básica Henrique Lage receber o projeto desenvolvido pela SulGesso há mais de 3 anos no município.


As turmas do primeiro e segundo ano, acompanhadas pela engenheira agrônoma Morgana Tuzzi, a estudante de agronomia Paula Bif Lucas e um time de professores, realizaram o plantio de mudas de árvores frutíferas no pátio da escola. Foram plantadas árvores como araçá vermelho, araçá amarelo, pitanga e goiaba. Mas, antes de botar a mão na terra, os alunos assistiram uma palestra sobre os cuidados com uma horta, plantio de sementes e mudas e alimentação saudável.
A diretora da escola, Suyana Bethânia Custódio, comemorou a visita do projeto e lembrou que o ambiente escolar precisa ser um local de vivências práticas. “A construção e desenvolvimento de uma horta escolar é uma ocasião para o desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem, formação de cidadania ativa e consciente em relação aos elementos da natureza, culturas tradicionais, alimentação saudável e empreendedorismo familiar”.


Já o professor Luiz Antonio de Abreu, assessor de direção da Escola, destacou como é desafiador construir e manter uma horta escolar. “A escola pública apresenta dificuldades em relação a recursos financeiros, materiais e humanos com conhecimento teórico e prático acerca da implantação e manutenção de horta escolar. Diante desses desafios surgiu a oportunidade de firmar uma parceria com a empresa SulGesso. Nossa comunidade escolar se sente honrada e agradecida com essa parceria de sucesso.”


Luiz Antonio lembra que tão logo o projeto Imbé foi apresentado à Escola, teve início um plano de ação e a construção de canteiros, substratos e um circuito sensorial com passarela de diferentes texturas, canteiros e plantas.
“Tudo isso proporcionou estímulos visuais, auditivos, olfativos, táteis e palatáveis, pois toda ação escolar deve ser inclusiva e o jardim sensorial é uma oportunidade para nossos alunos da Educação Especial participarem ativamente dessa experiência”, destacou.


A agrônoma da SulGesso e coordenadora do Projeto Imbé, Morgana Tuzzi, ressaltou a importância do jardim sensorial. “Ele foi criado para estimular os sentidos das crianças da escola, especialmente os alunos com deficiência visual. Foram utilizadas plantas com aromas, texturas e gostos diferentes, bem como criado um caminho com diferentes materiais para que haja a diferenciação através do tato”, explica a profissional.


Caderno de Atividades Projeto Imbé - Turma do Imbezito
Na ocasião, foram distribuídos na escola exemplares do Caderno de Atividades da Turma do Imbezito, uma revista voltada para o público infantil, com caça-palavras e outros exercícios de educação ambiental.
A revista é mais um fruto do Projeto Imbé, lançado em 2018 pela empresa SulGesso para levar cultura e educação ambiental para as escolas. A revista é inspirada no personagem Imbezito, mascote do projeto.

 

 

 

Texto: AgroUrbano Comunicação 
Foto: SulGesso / Divulgação
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