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Bioinsumo utilizado em lavouras brasileiras tem eficiência reconhecida em publicação científica internacional

Produto com tecnologia europeia avança e traz impactos positivos em cultivos de hortifruti



Situações desfavoráveis em uma lavoura, como escassez de água, temperaturas extremas ou iluminação inadequadas, são verdadeiros desafios para o pleno desenvolvimento das plantas. Os temidos estresses abióticos, que em nível molecular levam a danos oxidativos nas lavouras, são a principal causa da perda de rendimento de safras em todo o mundo.

Por este motivo, não é de hoje que especialistas buscam soluções para eliminar ou, pelo menos, diminuir o problema. Alguns desses esforços têm como foco reduzir também o estresse oxidativo provocado por herbicidas utilizados no controle de plantas daninhas. Um efeito colateral indesejado, de um produto essencial no manejo das culturas, mas que pode resultar em perdas severas nas colheitas. “O estresse oxidativo, ou abiótico, que ocorre em períodos de condições adversas, é resultado do acúmulo de espécies reativas de oxigênio (ERO) de forma tóxica à planta. Tendo como consequência declínio no crescimento, no desenvolvimento e na produtividade das plantas”, explica o engenheiro agrônomo Leonardo Duprat.

A boa notícia, para o produtor brasileiro, é que uma tecnologia que atua na neutralização dos processos oxidativos da planta e está ao alcance do mercado nacional, o Super Fifty obteve reconhecimento científico internacional. Em dezembro de 2020, o Multidisciplinary Digital Publishing Institute (MDPI), com sede na Suíça, considerado um dos quatro maiores editores de publicações técnicas e científicas da atualidade, avalizou as pesquisas realizadas por um grupo de cientistas, de instituições de diversos países. O bioinsumo é produzido pela BioAtlantis, empresa irlandesa de biotecnologia que atua no mercado desde 2007.

Os pesquisadores utilizaram herbicida para induzir algumas plantas ao estresse, entre elas a pimenta e o tomate. Entre os vários danos que todas as espécies apresentaram, os mais visíveis foram lesões foliares e diminuição da fotossíntese. Por outro lado, os cientistas observaram um quadro significativamente menos preocupante nos vegetais que, antes da aplicação do herbicida, recebiam tratamento, via foliar, de Super Fifty. Houve uma diminuição considerável das lesões foliares, redução no acúmulo de peróxido de hidrogênio e aumento do processo de fotossíntese.

“Essas conclusões fortalecem estudos anteriores, realizadas pela BioAtlantis, e respaldam mais ainda o uso do Super Fifty para condições de estresses climáticos ou químicos. É mais uma validação que vem para somar”, comemora Duprat, também gerente técnico da BioAtlantis Ltd no Brasil. “Cada vez mais, conseguimos entender por que nosso produto está sendo tão bem aceito entre produtores de hortifruti, como uva, alho, cebola, morango, café, melão e cítricos. São resultados de grande importância para nós”, acrescenta.

Fisiologicamente, os radicais tóxicos degradam a membrana celular da planta. Em outras palavras, a água e solutos presentes na célula, literalmente, saem para o ambiente. Super Fifty é um fortalecedor de plantas que atua nessas situações, protegendo contra os estresses abióticos e incentivando o desenvolvimento do sistema radicular, para que ele explore camadas mais profundas do solo e consiga maximizar o aproveitamento da água. Concebido com tecnologia europeia, a partir de extratos totalmente naturais e sem quaisquer hormônios sintéticos, é um produto único do gênero, com reconhecimento científico internacional. “Se aplicado três a cinco dias antes de um evento de estresse previsto, a planta terá tempo para se mobilizar. Ela preparar suas próprias reservas para enfrentar o estresse, ativa a fotossíntese e produz antioxidantes, mantendo-se ativa e desenvolvendo como se estivesse em condições normais”, afirma Duprat.

Super Fifty é uma tecnologia que se torna imprescindível para o produtor rural lidar com, pelo menos, duas dificuldades recorrentes que impactam na rentabilidade: as variações climáticas e os danos provocados pelos agroquímicos. “Alguns produtos causam danos significativos mas são necessários, pois quem não faz controle do mato, não colhe, o produtor não tem alternativa. Super Fifty é uma ferramenta para que ele possa utilizar herbicida, com impactos muito menores. Por outro lado, períodos como falta de água e grandes amplitudes térmicas são imprevistos que vão acontecer todos os anos, com maior ou menor intensidade, a gente só não sabe quando”, resume Duprat. “O produto é essencial porque nós acabamos mensurando mais produtividade, calibre e desenvolvimento vegetativo, e isso vai dar o retorno financeiro esperado para o produtor”, conclui.

 

 

 

Texto: AgroUrbano Comunicação
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