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Bioativo natural impulsiona produtividade de melão no nordeste do país

Produto desenvolvido por empresa irlandesa de biotecnologia atua em etapas críticas do ciclo produtivo e atende exigências internacionais

 

O Brasil é o maior produtor de melão da América do Sul, com cerca de 20 mil hectares plantados. A região Nordeste responde por cerca de 99% dessa produção, favorecida pela combinação de altas temperaturas com boa luminosidade e baixa umidade relativa do ar.

A metade da safra é exportada. Em 2019 o embarque de 160 mil toneladas para o mercado externo rendeu ao Brasil US$ 251,641 milhões, mais de R$ 1,330 bilhão, segundo dados da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas). Junto com a manga, o melão lidera a exportação de frutas, especialmente para a Europa. A fruta doce, de polpa suculenta e aromática, começa a conquistar também a China, que autorizou a importação da fruta do Brasil.

O Vale do Rio São Francisco, assim como os estados do Rio Grande do Norte e Ceará, atende à principal exigência do mercado internacional: a qualidade das frutas. As negociações estão condicionadas às boas práticas agrícolas, como uso adequado de defensivos, condições de trabalho na lavoura e integração com a natureza. É nesse panorama que se integra o uso de produtos de origens naturais, sem impactos negativos nas lavouras e ao meio ambiente. Concebido com tecnologia europeia, está disponível no mercado nacional o Super Fifty, produto que prepara a planta para crescer e se desenvolver ao longo de todas as fases do ciclo, mantendo-a em bom estado, ativas e sem estresse.

“O segundo semestre do ano no Vale do Rio São Francisco é quente, chega fácil aos 40 graus. Toda a produção só acontece se tiver irrigação, mas o fruticultor precisa lidar também com o estresse contínuo provocado por umidade baixa demais e alta incidência de raios ultravioleta na lavoura. Esses extremos causam danos na planta”, explica o engenheiro agrônomo Marcelo Paranhos, especialista no assunto. O Super Fifty prepara o meloeiro exatamente para essa condição e tem indicação para uma variedade grande de frutas, como uvas e mangas, além de hortaliças.

Quando o Super Fifty é aplicado de três a cinco dias antes de um evento de estresse previsto, a planta terá tempo para se mobilizar e preparar suas próprias reservas para lidar com as adversidades e se desenvolver como se estivesse em condições normais. Ele ativa a fotossíntese, produz antioxidantes e aumenta a eficiência hídrica das plantas. “A floração, por exemplo, é uma fase em que a planta já sofre naturalmente e as situações extremas podem levar até ao abortamento da flor”, detalha Paranhos. Em nossas pesquisas, observamos que os ativadores atuam em todas as etapas do ciclo, fazendo com que a planta trabalhe mais tranquila e que ela produza normalmente”, completa.

A BioAtlantis, empresa irlandesa de biotecnologia que produz o Super Fifty está no mercado desde 2007. Para o melão, a recomendação é de quatro aplicações foliares: na pré-florada, flor plena, pegamento e chumbinho. Entre os maiores benefícios, estão a uniformidade e o aumento de produção, em média, de 15%. Além de favorecer o desenvolvimento do meloeiro, planta de ciclo curto, com duração de aproximadamente 75 dias, o Super Fifty é um produto natural e, consequentemente, tem resíduo zero, o que agrada em cheio o mercado externo. “Todas as empresas de frutas que exportam para a União Europeia e Estados Unidos, hoje, precisam cumprir protocolos para manter as diferentes certificações. Entre eles, a questão de resíduo zero, ou pouco resíduo. Um produto de origem natural e que não gera resíduo nenhum, vai de encontro à necessidade lá de fora pois está integrado às exigências internacionais”, afirma o especialista.

Em grandes propriedades, onde o trabalho é intenso e com até três ciclos de frutas ao ano, como no caso do melão, produtividade é determinante e os resultados obtidos com o Super Fifty são otimistas. “Todas as pesquisas, até agora, sem exceção, deram resultados positivos. Ao fazer com que a planta sofra menos com as intempéries, ocorrem processos fisiológicos que a gente não enxerga, mas se refletem no resultado. Observamos que o Super Fifty entrega ao produtor, no fim do ciclo, aumento de produção e fruta de qualidade”, finaliza.

 

 

 

Texto: AgroUrbano Comunicação
Foto: divulgação BioAtlantis
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